Indonésia: Templos, Vulcões e Magia

Indonésia: Templos, Vulcões e Magia

A Indonésia tem 17.508 ilhas, das quais 6.000 são habitadas. São 240.000.000 de habitantes. Tem templos budistas e hinduístas, praia aos montes, mergulhos de nível internacional, um vulcão a cada esquina e algumas pérolas únicas, sendo Bali a mais luminosa delas. O maior arquipélago do mundo está entre os Oceano Índico e Pacífico, banhado pelos mares: Andaman, Arufa, Bali, Banda, Celebes, Ceram, Flores, Halmahera, Java, Molucas, Savu e Timor. Das milhares de ilhas do arquipélago indonésio, apenas Bali manteve sua identidade budista, passando a ficar “ilhada” num mar de ilhas islâmicas. Cultura, arte, religião e criatividade desenfreada são a tônica de vida de um dos povos mais simpáticos da Ásia, com 3 milhões de habitantes.

UBUD

No centro-sul da ilha, numa região repleta de arrozais e permeada de templos, Ubud é a capital intelectual de Bali. Em termos artísticos, Ubud é tanto a inspiração como o próprio ambiente de trabalho de uma infinidade de artistas. As ruas são tomadas por fileiras de galerias e lojas. Os restaurantes são excelentes, os hotéis são charmosos e o trânsito é animado. A manhã é tomada por uma visita a pé ao Monkey Temple. À tarde, visita ao Tanah Lot - o templo cartão postal de Bali. A localização espetacular do templo faz dele o mais visitado e fotografado por moradores e turistas. O pôr-do-sol, em especial, é magnífico. Em outro dia, partida para visitar o Templo de Lempuyang, famoso pelo “Portão do Céu”, o palácio aquático de Tirta Gangga e Besakih, o “templo-mãe” de Bali.

 

 

Vulcão BATUR

Monte Batur: a imponência de um vulcão ativo em Bali. Por volta das 2:30h da madrugada, partida de Ubud para a região vulcânica de Bali. A região é geograficamente curiosa, definida por duas crateras concêntricas: a externa, extinta, contém templos e aldeias na orla, além de um grande lago; e um outro vulcão, o Batur, este ativo e ligeiramente fumegante. Desde o hotel, segue-se para um clima mais ameno, a 1.200m acima do nível do mar, para iniciar uma caminhada de 2 horas até o topo do Monte Batur – com 1.717 metros de altura – para apreciar um nascer do sol sublime. Na descida do vulcão, passa-se por um inusitado mar de areia negra. O café da manhã é servido no topo. Encontre o guia para continuar a viagem até o templo Besakih e Gunung Kawi, um dos mais antigos e maiores monumentos antigos de Bali, com santuários escavados na rocha.

 

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ULUWATU

Desde Ubud, em direção a Jimbaran, tem parada em Uluwatu, no extremo sul da ilha de Bali. Construído sobre um penhasco, com ondas enormes explodindo na base e macacos por toda parte, Uluwatu tem seu valor exaltado pelo pôr do sol sobre o Oceano Índico. Em seguida, uma apresentação de Kechak – a mais visual e sonora das óperas balinesas, tem enredo baseado no Ramayana – o grande épico indiano.

MAKASSAR

O charme costeiro de Makassar. Partindo desde Bali, o Sulawesi (Ilhas Celebes, segundo os portugueses) é enorme e facilmente identificável no mapa por sua forma de polvo. Makassar, seu principal porto no “tentáculo sul”, é uma cidade vibrante e dinâmica. A natureza montanhosa de Sulawesi revela-se logo: a estrada segue ao longo de montanhas curiosamente moldadas.

 

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Tana TORAJA

As impressionantes tumbas e rituais culturais em Tana Toraja. A longa viagem a Toraja tem parada para o almoço na cidade portuária de Pare Pare. A partir daí, a subida vai a 800 m de altitude. Passadas 8 ou 9 horas desde Makassar (317 km), chega-se no coração de Tana Toraja. Toraja é o nome do grupo étnico cultural que habita essa região montanhosa de Sulawesi. Tana Toraja é o nome da região, cuja cidade principal é Rantepao. Os toraja vivem preparando-se para a morte. Funerais são imensos, alegres e criativos. As encostas de diversas montanhas estão repletas de tumbas escavadas na rocha, acompanhadas de uma “varandinha” entalhada na pedra contendo estátuas – os tautaus - o mais fiel possível de cada morto. Os toraja veneram os búfalos. Suas casas têm forma de chifre, e as fachadas das casas ostentam chifres de búfalos às dezenas.

 

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MONI - Ilha de Flores

As águas coloridas dos lagos do vulcão Kelimutu em Moni. Acesso aéreo de Denpasar (Bali) para Ende, chega-se na parte leste da ilha de Flores, batizada pelos portugueses. Flores é enorme, repleta de vulcões e tem um dos seus melhores não muito longe: o vulcão Kelimutu. A uma altitude de 700 metros, Moni é uma vila de montanha, faz frio à noite, e tem que dormir cedo. Após o café da manhã, partida para o vulcão Kelimutu e seus três lagos coloridos (um dos cartões postais da Indonésia), acessíveis por uma curta caminhada e uma escadaria. Visitam-se as vilas tradicionais de Koa Nara e Jopu Ende Lio. Segue-se para Penggajawa, famosa por sua praia de pedras azuis.

 

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LABUAN BAJO

Vistas deslumbrantes e vida selvagem nas ilhas ao redor de Labuan Bajo. A exploração das ilhas tropicais de Padar e Komodo requer um dia inteiro de imersão nas paisagens e na vida marinha da região. Saindo cedo do hotel, segue-se ao porto para embarcar em speedboat até a Ilha de Komodo, onde é feita uma caminhada até o pico da ilha. Durante o trajeto pela floresta seca, é possível avistar dragões-de-Komodo, cervos, búfalos selvagens, macacos e javalis. Retorna-se ao cais para navegação até a Pink Beach, famosa por sua impressionante areia rosada, formada por fragmentos de coral vermelho — um lugar perfeito para relaxar ou mergulhar com snorkel.

 

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JOGJAKARTA ou Yogyakarta

A grandiosidade do templo de Borobudur ao nascer do sol em Jogjakarta. Não perca o nascer do sol do topo do Borobudur, para onde deve-se ir antes do amanhecer. Uma manhã é dedicada ao Borobudur. Principal templo budista da Indonésia, Borobudur é um dos 3 grandes complexos templários do sudeste asiático (os outros são Bagan, em Myanmar, e o Angkor Wat, no Camboja). Uma enorme quantidade de painéis com baixos-relevos conta a história de Buda, formando plataformas sucessivas e superpostas. A tarde é dedicada ao Palácio do Sultão e ao complexo templário (desta vez hinduísta) de Prambanam. Em meio a um gramado extenso, as torres dos templos de Prambanam são a própria cara da Índia.

 

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Monte BROMO

O espetacular amanhecer sobre o vulcão Monte Bromo. Logo cedo, traslado para a estação ferroviária de Yogyakarta. Embarque no trem Sancaka das 6h45. Desembarque na estação de Mojokerto, onde um motorista continua até a vila de Bromo de carro, num percurso de 2 a 3 horas. Em outro dia, por volta das 3h da manhã, partida num veículo 4x4 até o ponto de observação para contemplar o nascer do sol sobre o fumegante complexo vulcânico de Tengger Massif. Segue-se até a base do Monte Bromo, subindo as escadarias até a borda da cratera, para observar o interior deste vulcão ativo.

 

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JAKARTA

A histórica Praça Fatahillah no coração de Jakarta. Um dia dedicado à exploração histórica de Jakarta, seguindo a Old Batavia Trail, com início na última ponte levadiça holandesa remanescente da cidade, visita à Praça Fatahillah, com suas ruas de paralelepípedos e caminhada pela histórica Kali Besar Barat, ladeada por edifícios de arquitetura holandesa. O passeio continua ao Museu Wayang Kulit (teatro de sombras), passagem pelo antigo porto, incluindo o edifício Toko Merah, antiga residência do governador-geral holandês Van Imhoff, e visita ao porto de Sunda Kelapa, onde se encontram as tradicionais escunas phinisi usadas no transporte de mercadorias pelo arquipélago.

Fonte: HIGHLAND ADVENTURES, turismo de aventura internacional https://highland.com.br

 

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